A evolução dos serviços digitais e do self-service está a transformar a forma como as pessoas interagem com empresas, instituições e serviços públicos. Quiosques de bilhética, terminais de pagamento, equipamentos de check-in, quiosques de restauração ou outros equipamentos interativos permitem realizar tarefas de forma rápida e autónoma, mas essa autonomia só é verdadeiramente universal quando os equipamentos podem ser utilizados por pessoas com diferentes capacidades.
É neste contexto que a Lei Europeia da Acessibilidade (European Accessibility Act ou EAA) assume particular importância. A legislação europeia estabelece requisitos de acessibilidade para determinados produtos e serviços, reforçando a necessidade de considerar a acessibilidade desde a conceção e desenvolvimento das soluções.
Para fabricantes de quiosques self-service e equipamentos interativos, isto significa olhar para a acessibilidade de forma integrada: desde a estrutura física, ergonomia e posicionamento dos componentes até à interface digital e às diferentes formas de interação.

O que é a European Accessibility Act e a sua Relevancia para os Quiosques Self-service?
A European Accessibility Act (EAA) é a legislação europeia que estabelece requisitos comuns de acessibilidade para determinados produtos e serviços. Entre os produtos abrangidos encontram-se determinados self-service terminals, como máquinas de bilhética, terminais de check-in e outros equipamentos interativos utilizados para a prestação de determinados serviços.
A aplicação destes princípios representa uma mudança importante na forma como os equipamentos são desenvolvidos. A acessibilidade deixa de ser apenas uma característica adicional e passa a ser um elemento que deve ser considerado no processo de conceção, desenvolvimento e avaliação da solução.
Para um fabricante de quiosques, isto significa analisar todo o percurso do utilizador: conseguir aproximar-se do equipamento, alcançar os componentes, compreender a informação apresentada, interagir com a interface e concluir a operação.
A acessibilidade deve, por isso, ser considerada desde as primeiras fases do projeto, em conjunto com fatores como design industrial, ergonomia, segurança e experiência de utilização.





